Que cumplicidade a nossa, anjo! Conseguimos com o amor desperto criar algo tão sublime como preencher o coração deserto. Quando a seta do cupido nos viu, pensou: É neles o ponto certeiro e logo, logo a felicidade nos sorriu. Queremo-nos um ao outro, seja longe, seja perto, seja ao lado e nesta total dependência nos encontram a viver um sonho acordado. Sonhamos nas noites de insónias em querermos até demais. Como testemunhas temos a lua e as estrelas. Felicidade? Anjo, não nos deixes jamais...