Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

AMOR É...

... um estado interior de serviço.

 

A grande marca que identifica o Amor é a gratuidade. No calculista amor é rótulo, por isso gera amargura. No auto-suficiente amor é mentira, por isso gera afastamento. No ciumento amor é máscara, por isso gera tortura. No adulador amor é estratégia, por isso gera desespero. No político amor é bandeira, por isso gera desilusões. No manipulador amor é traição, por isso gera revolta. O Amor ama sem condições!!!

 

O Amor está ao serviço da Verdade, por isso é caminho para a encontrar, por isso é o meio ideal para a comunicar. O Amor está ao serviço da Beleza, por isso a encontra em todas as coisas, por isso a encontra em todas as pessoas. O Amor está ao serviço da Bondade que surge num sorriso ou numa lágrima, que surge num gesto ou numa atitude. O Amor está ao serviço da Harmonia, porque é purificador por dentro, porque é construtor por fora. O Amor está ao serviço da Sabedoria conduzindo-a a maior profundidade, conduzindo-a a novos horizontes. O Amor está ao serviço da Paz, porque derrete neves e gelos, porque destrói bombas e canhões.

 

O Amor na Família é doação que inspira as mais belas canções e fomenta as mais graciosas atitudes. Por isso cantando se chora e reza e agindo se abençoa e cresce. O Amor no Trabalho é empenhamento que dá força, inspira perfeição, cria amizades e desperta a interajuda. Por isso desenvolve potencialidades, e cria e alimenta a solidariedade. O Amor no Lazer é encontro que aperta laços desajustados e recupera energias e determinação. Por isso o lazer é bálsamo reconfortante, tem sabor a justiça e é bênção divina. O Amor no Mar da Vida é onda transparente, onde se baloiçam as gaivotas das ilusões e onde mergulham as realidades mais puras. Por isso a existência histórica é poema e a ultra-histórica é melodia fraternal.

 

O Amor é partilha sem condições. São de três espécies os bens partilháveis: Os bens materiais, os bens psicológicos e os bens espirituais. Os bens materiais e psicológicos são bens que se têm e são acumuláveis. Os bens espirituais são o que se é e estão em renovação permanente. Quem partilha o que é facilmente, e sem condições, partilha o que tem. Quem ignora o que é, facilmente se agarra ao que tem e dificilmente partilha sem condições. O bem mais fácil de partilhar é o Tempo. Mas, quem não partilha o seu tempo, partilhará algo? Ou, simplesmente, dá coisas? Quem cultiva os bens espirituais está em partilha permanente. 


publicado por EL SHADDAY às 11:45
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